13 motivos para visitar Paraty

Você já conhece Paraty? Localizada no estado do Rio de Janeiro, a cidade é uma graça por si só e, mesmo sem nenhuma razão em especial, já vale a visita. Tendo motivos então, nem se fala! Considerada Patrimônio Histórico Nacional a bela cidade colonial preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônicos. Neste post listo algumas justificativas pelas quais você deve considerar Paraty como destino de sua próxima escapada. Confira abaixo os 13 motivos para você visitá-la.

Vancouver – Guia Completo

Antes de começar a opinar sobre Vancouver tenho que admitir a impossibilidade de ser imparcial, pois morei lá por mais de 8 meses e a cidade é simplesmente incrível!!! Eleita, em razão da qualidade de vida, uma das melhores cidades do mundo para viver, Vancouver encanta a qualquer um logo nos primeiros passos. Cosmopolita por excelência, atrai turistas, estudantes, intercambistas e imigrantes do mundo todo.

Por ser uma cidade moderna, a locomoção não é tarefa das mais difíceis. Além das ruas seguirem um padrão quadriculado e o sistema de transporte ser bem estruturado – ônibus, táxis, Sky trains –, é possível caminhar entre os principais pontos turísticos, já que a área central é relativamente pequena

Hospedagem na casa dos outros

Vai se hospedar na casa de alguém? Anote aí algumas regras básicas.

Está cada vez mais em alta se hospedar na casa de outras pessoas durante as viagens, seja através do Couchsurfing, seja pelo bom e velho convite de um amigo.

Apesar da facilidade e economia dessa nova moda, não se esqueça de que você deve seguir algumas regrinhas básicas para não se tornar aquele “hospede mala”.

Man Enjoying Beer And Pizza In Front Of TV

Não seja o “mala”!

Aí vão elas:

1. Nunca se convide! Essa iniciativa deve partir do anfitrião. Você pode comentar que estará na cidade por alguns dias, que seria legal vê-lo etc, mas nunca se autoconvidar.

2. Seja transparente com o dono ou dona da casa. Nunca extrapole os dias de estadia combinados. Também não leve ninguém para a casa em que você está hospedado.

3. Evite usar os objetos pessoais dos anfitriões. Nada mais desagradável do que encontrar um pelo que não é seu no sabonete, não?! Então você, hóspede, leve (e use!) seus próprios pertences, principalmente os de higiene.

4. Seja agradável com os moradores da casa. Isso inclui também os bichinhos de estimação. Não chute o gato, o cachorro, muito menos as crianças, mesmo que você não goste delas!

5. Não deixe seus pertences espalhados pela casa. Organize sua mochila. Não deixe a louça suja, a toalha molhada em cima da cama, o tênis no meio da sala, a tampa do vaso levantada…

6. Lembre-se que você não está em um resort 5 estrelas, nem tem um mordomo à sua disposição. Se proponha a ajudar, ofereça-se para cozinhar, lavar a louça, pôr a mesa, etc.

7. Respeite a rotina e as regras da casa. Evite atrapalhar a vida dos anfitriões. Respeite os horários deles. Acorde antes que os donos da casa e os poupe de lhe encontrar de cueca/calcinha/pijama no meio da sala.

8. Evite devorar tudo que o anfitrião tem na geladeira. Se for o caso, faça umas comprinhas no supermercado.

9. Reciprocidade é alma do negócio! Já que uma mão lava a outra, dê sua contrapartida: ofereça uma janta, agradeça com uma lembrança, um vinho ou um cartão. Se tiver criança na casa, um presente cai bem.

10. Por último, ofereça sua casa. Como retribuição, esteja à disposição de quem lhe recebeu.

Seguindo essas simples dicas você terá grandes chances de garantir um novo convite 😉

E você… já ficou na casa de alguém? Já hospedou alguém na sua casa?

Conte pra nós!

Madrid – O que fazer na capital espanhola em poucos dias

Sou do tipo que gosta de “se estender” pelos lugares por onde passo. Talvez seja pela simples vontade de imergir na cultura local, talvez para poder desbravar até mesmo aquele pequeno boteco caído, localizado fora do eixo turístico. Mas, infelizmente, nem sempre isso é possível, pois, às vezes, tudo o que temos são míseros dias em que devemos aproveitar ao máximo a nossa estada. E assim foi minha visita a Madrid.

Jamaica – uma volta pela terra do Bob Marley

Terra do Bob Marley, do Reggae e de otras cositas mas, Jamaica está na bucket list da grande maioria dos mochileiros e viajantes. Com uma forte influência da cultura africana, é um país rico em diversos aspectos. Além da gastronomia e da música, a qual está por todos os lados, a ilha oferece lindas praias, cachoeiras e montanhas.

Fiquei por 15 dias mochilando por lá e consegui completar a volta na ilha. Passei pelas seguintes cidades:

San Pedro de Atacama

A pitoresca capital arqueológica do Chile está localizada a 2.438 metros, em meio ao deserto mais árido e alto do mundo, o que torna a visita a esse oásis ainda mais surpreendente. A paisagem, como não poderia ser diferente, é bastante peculiar: casas de adobe (tijolo feito de uma barro, água e palha), ruas de terra, pouca vegetação, além das lindas montanhas e vulcões que rodeiam a cidade.

Port Au Prince – Haiti

A pergunta que você deve estar fazendo agora é: O que esse cara foi fazer no Haiti?!?

Antes de começar, todavia, tenho que explicar que sempre tive curiosidade por lugares exóticos, inóspitos e inusitados. Aqueles que poucos – ou quase ninguém – vão. E essa escapada a Port Au Prince foi uma delas, digna para compor um dos capítulos do livro “Não conta lá em casa”.

Também, tenho que comentar que fui militar do Exército e que nos anos de 2004 e 2010 o quartel em que eu trabalhava enviou tropas para a Missão de Paz da ONU no Haiti.  Dessa forma, alguns colegas que participaram conheceram o povo local, dentre eles, o haitiano Gregory Joseph, que hoje é meu amigo.

Mergulhando com tubarões em Bahamas

Já pensou em mergulhar para alimentar Tubarões?

Caso sua resposta seja sim, fique sabendo que em Nassau, nas Bahamas, isso é possível!

A brincadeira começa já no primeiro mergulho, quando uma infinidade de tubarões – Caribbean Reef Sharks e/ou, às vezes, Tiger Sharks -, sabendo que a hora do “almoço” está próxima, lhe seguirá praticamente durante toda sua imersão.

Pode parecer assustador, mas na verdade é bem tranquilo. Os “bichões” são apenas curiosos e, para nossa felicidade, não estamos dentre os pratos prediletos deles (ainda bem!).

Guiana

Quando cogitei conhecer Georgetown, capital da Guiana, sabia que alguns perrengues viriam. Só não imaginava que seriam tantos! Mas nada que tirasse o encanto da visita a um país exótico, muito menos a gostosa sensação de ter um invejável carimbo estampado no passaporte.

O acesso à pitoresca capital é bastante restrito, já que não há voos diretos desde o Brasil. Uma alternativa é voar desde algum país vizinho, vez que algumas empresas estrangeiras operam a rota – mas prepare o bolso, pois os preços não costumam ser nada baratos! Uma segunda opção são as vans que fazem o trecho Lethem-Georgetown, mas essa é somente para os “fortes e destemidos”, pois exige do viajante uma boa dose de desapego. Como já era de se esperar, é a maneira mais barata e foi nela que eu embarquei.

Ouvi falar que existem também ônibus que fazem a travessia, mas não vi rodoviária nem informações a respeito.

Saindo de Boa Vista, capital de Roraima, peguei um ônibus da empresa Eucatur até a cidade de Bonfim/RR, na fronteira com Lethem, na Guiana (Custou R$ 18,50, em out/2013). Logo ao desembarcar na pacata cidade – que está mais para um vilarejo -, vários taxistas me abordaram oferecendo seus serviços até o centro de Lethem. Contratei um por R$ 20 (out/2013) e ele me levou até à imigração brasileira e depois à imigração guianense. Uma vez ingressado no país, embarquei em outro carro – agora na mão inglesa, ou seja, do lado esquerdo da pista ­– que já estava incluído naquele valor acertado no Brasil.

A imigração foi bem tranquila e rápida. Brasileiros não precisam de visto para entrar no país a turismo. A única exigência mesmo foi a apresentação do Certificado Internacional da Vacina da Febre Amarela (se você ainda não tem o seu, clique aqui e veja como obtê-lo).

Encontrar o lugar de onde saem as vans é tarefa fácil. Basta perguntar para qualquer local ou em qualquer estabelecimento. Geralmente as lotações partem à tardinha e é bom você garantir logo o seu assento, pois a oferta de carros não é muito grande e pernoitar em Lethem não deve ser muito agradável.

Negociado o valor (paguei US$ 30 em out/2013) e garantida a vaga, umas 4 e pouco da tarde meu amigo Abel e eu já estávamos dentro da van e uma nova aventura começava. O calor insuportável e o mal estado da van já davam uma ideia de como seriam as próximas horas.

A travessia não é longa: são pouco mais de 500 km que separam Lethem de Georgetown. O que pega aqui não é nem a distância, mas sim o fato que desses 500 e poucos quilômetros apenas os 100 últimos são asfaltados e, principalmente, que os 400 iniciais vão cortando a densa selva amazônica por uma esburacada estrada de chão.

O suado carimbo da Guiana

Fiquei muito contente que a van partiu apenas com o motorista, uma passageira, meu amigo e eu. Acreditei que teria espaço suficiente para espichar as pernas e até mesmo tirar um cochilo durante a jornada. Ledo engano!! Após rodarmos 1 hora, paramos em uma fazenda para pegar um grupo de garimpeiros guianenses. Espremido entre os ocupantes e seus petrechos do garimpo, segui viagem.

À espera dos companheiros de viagem

A noite caia e eu já estava totalmente empoeirado, com fome e com sono. Nada pior poderia acontecer. Outra suposição errada! A van atola em uma cratera com lama e todos descem para empurrar o veículo. Agora além da poeira, sono e fome, a lama até as canelas entravam em cena.

Rodamos um pouco mais e fomos parados por uma barreira policial. Todos para fora da van outra vez, mãos na cabeça e documentos em mão. O policial, concluindo que eu não era garimpeiro, perguntou o motivo da minha viagem. Prontamente respondi: “Turismo”. Ele riu e, em um inglês com sotaque bastante carregado, respondeu: You´re crazy man!!!

Novamente na estrada, devia ser umas 11 da noite, paramos em uma espécie de campo base. Foi a salvação, pois lá além de ter uns salgados para matar a fome, fiquei sabendo que descansaríamos algumas horas antes de seguir viagem. Aluguei uma rede por 5 dólares e, tirando os imensos e sanguinários mosquitos amazônicos, foi um dos melhores investimentos que fiz em toda minha vida.

Lá pelas quatro da manhã o motorista decretou a alvorada. Todos novamente na van para continuar o martírio trajeto. Antes de amanhecer outra parada se fez necessária: tínhamos que pegar uma balsa para transpor um rio.

Amanhecia na estrada

Já era dia claro e tudo seguia normalmente: o carro sacudindo para um lado e para outro, muito calor, muita poeira e o cheio nada agradável de uns 15 caras sem banho. Mais algumas horas e estaríamos em Georgetown.

Mais uma barreira policial e eis que o asfalto inicia!! Ótima notícia, pois sabia que eram os últimos 100 quilômetros. Sim, os 100 km mais longos que já percorri.

23 horas depois e 548 quilômetros percorridos, finalmente eu estava em Georgetown! Era um misto de alegria, sensação de dever cumprido e vontade de tomar um banho. Eu estava imundo, mas feliz. Se tivesse pesado, acredito que carregava uns 2 quilos em poeira!

Georgetown se mostrou simpática, mesmo sem ter muitas atrações a serem exploradas. Pelos fortes resquícios das colonizações holandesa e britânica, somado ao idioma oficial inglês – chamado por lá de creole – e a população predominantemente africana, não é difícil esquecermos por instantes que estamos na América do Sul.

Juntamente com o grande amigo Abel, buscamos o bem localizado New Tropicana Hotel, que funciona no mesmo prédio do Jerries All Night Long, uma espécie de bar/restaurante 24 horas, que é o point dos locais. Há karaokê, muita música e algumas noites da semana são bem movimentadas. Acabamos conversando bastante com o “figura” Jerry, dono da espelunca do estabelecimento, que gentilmente nos levou para um “city tour” pela noite da capital guianense.

Degustando uma Banks no movimentado Jerries All Night Long

Durante o dia vale a pena dar uma passada no Stabroek Market, o mercado público da cidade, onde se encontra todo o tipo de bugiganga; na St. George’s Cathedral (North Road esq. King St); no City Hall (Regent St. esq. Avenue of the Republic), a Prefeitura de Georgetown; na High Court (Croal St. esq. Avenue of the Republic); estes últimos construídos em madeira no século XIX, influência da colonização holandesa. Ainda, não custa nada dar uma caminhada até o Seawall, um muro construído à beira mar para proteger a cidade das enchentes.

Georgetown abriga também o principal museu do país, o Guyana Museum (North Road entre Church St. e Water St), o Museum of African Art (Barima St.) e a The National Art Gallery (Main St.), mas nesses acabei não entrando.

À noite a dica é pegar um táxi – por segurança, evite caminhar pelas ruas depois de escurecer – e ir ao impressionante Gravity Lounge¸ um bar/restaurante localizado no 6º andar do United Center Mall (Regent St. esq. Camp St). O local oferece um cardápio de carnes, peixes, massas, hambúrgueres e comida caribenha, além de servir diversas cervejas e  drinks. O preço é um pouco acima da média para os padrões guianeses, mas definitivamente vale a ida pela experiência e pela bonita vista que se tem da cidade.

Dizem que “quanto mais difícil a subida mais bonita é a vista lá de cima”. E assim foram meus dias por Georgetown: difíceis até chegar, mas compensadores pelas paisagens, diferenças culturais e principalmente pela vivência (ainda que rápida) em um país tão distinto do nosso.

E aí… embarca nessa indiada ou não?!

Dicas Matadoras de Buenos Aires

Feiras ao ar livre, Caminito, ruas elegantes e arborizadas, choripan, Cemitério da Recoleta, empanadas deliciosas, Plaza de Mayo, armazéns do século XIX, tango por todos os lados, Obelisco, livrarias, boas carnes e bons vinhos… Ahhh Buenos Aires!!! Tudo isso e muito mais você encontrará por lá. Mas para chegar a todos esses lugares e aproveitá-los ao máximo, deixo aqui, querido(a) leitor(a), algumas dicas valiosas da linda Capital Porteña.